A ORDEM É REFORMAR E REPAGINAR A DECORAÇÃO

Hoje trago até vocês na integra uma matéria que li na Casa Vogue, sobre importância da reforma de um ambiente e a revitalização de seu visual.

O espírito da nossa época é o da reciclagem. Na onda da sustentabilidade disparada pelo esgotamento dos recursos do planeta, apregoa-se aos quatro ventos que precisamos reaproveitar o que já existe. Alguns projetos de arquitetura e decoração, por exemplo, fazem da sua missão afirmar esses preceitos. É o caso do apartamento em Bilbao, na Espanha, que leva a assinatura do designer de interiores Mikel Larrinaga.

O profissional fez questão de manter aparentes as estruturas arquitetônicas originais do imóvel, repaginando-as sem destruir (quase) nada do que já existia. Quando o assunto é revestimentos, quem brilha na morada é a criatividade. Paredes com tijolos aparentes pintados de branco dialogam com as vigas horizontais também aparentes e pintadas no mesmo tom, que dão um toque rústico ao ambiente. Para conseguir tal efeito, o teto do living foi removido, aumentando a altura do pé-direito do apartamento. Paredes também foram derrubadas para dar lugar a ambientes agora integrados ou separados por portas de correr, ou então apenas delimitados por aberturas, pilares e móveis.

“Queríamos transmitir autenticidade. Então, derrubamos algumas paredes de tijolos para deixar a morada com um toque industrial, retirando, inclusive, o teto falso para expor as vigas antigas. Este, por sua vez, foi pintado de branco, com o intuito de deixar o ambiente claro e refletir a luz natural, dando um sentido homogêneo e harmonioso ao espaço”, relata Larrinaga. O arquiteto também priorizou móveis e acabamentos de qualidade, como o piso de carvalho, que recebeu uma demão de verniz fosco, suavizando os tons nórdicos presentes no mobiliário vintage e em luminárias do século 20.

  (Foto: Reprodução)

Mesmo com uma paleta de cores neutra presente em móveis, objetos e revestimentos, os interiores mantêm toques de humor, como nas letras coloridas que formam a palavra “hot” em uma das paredes da sala. Ícones do design fazem-se notar: quatro cadeiras brancas do casal Ray e Charles Eames e a mesa Saarinen na sala de jantar; poltronas Florence Knoll no living; duas cadeiras Tulipa do mesmo Eero Saarinen; tapetes de pele de animais e um sofá com estampa retrô inspirado nas obras de Piero Fornasetti, que fica entre duas mesinhas que receberam, cada uma, um abajur com base vermelha e cúpula azul.

Já nos ambientes privativos, como a suíte, a sensação de acolhimento é reforçada com os tons terrosos das paredes do quarto e do papel de parede do banheiro. Inusitada, uma das cabeceiras remete à três portas que, na verdade, são uma tela com três folhas pintadas de rosa pálido, de Paulo Ziarsolo. As obras de arte modernas, as arandelas com telas de pergaminho e a almofada com a bandeira da Grã-Bretanha completam o clima jovial.

Fonte: Casa Vogue

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