QUANTIC STUDIO’S MOSTRA O PODER DOS GRÁFICOS DO PS4 EM “THE DARK SORCERER”

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The Dark Sorcerer será um jogo para PS4, que ainda está em desenvolvimento. Porém, a desenvolvedora do game, a Quantic Dream, liberou um vídeo de 12 minutos, que conta um pouco da história e já nos mostra um pouco de como será o jogo.

“Demos” tecnológicas da nova tecnologia gráfica 3D muitas vezes podem ser um pouco maçantes – loops infinitos de supercarros microscópicos e, mais-feios-do-que-nunca, orcs – mas às vezes eles são utilizados para fins mais artísticos. Um exemplo disso é o novo curta-metragem criado por Heavy Rain – desenvolvedor do Quantic Studio – para o lançamento do PlayStation 4, da Sony, que fornece riffs engraçados sobre os ridículos trailers de jogos de fantasia, produções e atores.

The Dark Sorcerer  também mostra a profundidade da caracterização possível com os gráficos do PS4 e demonstra as possibilidades de um número muito maior de interações entre personagens e ambientes do que o tradicional X empurra/bate/chuta e Y corre/salta/cai. O filme foi produzido em tempo real no Full HD 1080p, usando o motor gráfico do PS4 – e aqui ele mostra por que ele é um grau acima das capacidades da PS3.

O ponto de tal tecnologia não é para nos impressionar com a sua representação da realidade – mas para nos fazer esquecer que o que estamos vendo não é real e engajado com a história, personagens e direção de arte da cena. Não é que estamos enganados em acreditar que isso é real, mas apenas deixamos de perceber esse artifício e se preocupar com isso. The Dark Sorcerer sucede bastante – embora existam movimentos ocasionais óbvios ou expressões que o desafiam a perceber, o “CG-ness” do modelo humano do ator David Gant. Ironicamente, o personagem DO goblin se sente mais realista, precisamente porque não é.

São os pequenos toques que oferece possibilidades mais intrigantes de interação realista entre os personagens, e entre eles e o mundo ao seu redor: como a água agarrada ao rosto de Gant após o goblin jogar um copo em cima dele, e a riqueza dos objetos secundários se movimentando em segundo plano. Isso permite mais espaço para a sutileza e variação no tipo de histórias que os fabricantes de jogos querem dizer.

The Dark Sorcerer é o último de uma tradição de demos CG que explora o que é possível com a tecnologia 3D, a partir de um ponto de vista da narrativa, uma tradição que remonta ao longo da história da animação por computador , como o filme da Pixar, de 1986, chamado Luxo Jr , até o filme “Bingo”, de Chris Landreth, de 1998, em que foi criado com o software de filmes Alias| Wavefront, para mostrar seu novo software de animação, Maya.

É aguardar para ver. Assista ao vídeo e – com a gente – espere o lançamento!

Escrito por Aline Tavares

 

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